Dojo de crescimento coletivo

Homens podem se juntar para jogar poker, beber whisky, comer picanha, conquistar mulheres… Mas e se também nos encontrássemos para nos desafiar a construir relacionamentos melhores, trabalhar com mais satisfação, ativar o corpo, treinar uma mente menos ansiosa?

Em janeiro de 2008, tal grupo foi criado em um espaço de treinamento que se chamou Cabana PdH. Até hoje, mais de 2300 homens já passaram pelo projeto e desenvolveram algum nível de generosidade, potência, ludicidade, autonomia, entre outras qualidades que focamos.

Tanto online quanto presencialmente, nosso treinamento passa por práticas diárias, estudos, aventuras, encontros e desafios nas seguintes frentes: “Mente e atitude”, “Corpo são”, “Trabalho e negócios”, “Sexo e relações”, “Culturas e artes”.

Na Internet, a Cabana é um site que reúne longos artigos exclusivos, sugestões de práticas, discussões, relatos, desafios e indicações.

Na vida cotidiana, o treinamento da Cabana se desdobra em:

  • atitudes e experimentos diários,
  • encontros para conversar, beber, criar projetos, meditar, lutar, dançar salsa e forró,
  • trilhas e viagens,
  • couchsurfing,
  • rodas de embate sobre como estamos na vida,
  • pelotões de corrida.

Também organizamos dois encontros nacionais por ano (em geral, com mais de 40 cabaneiros de mais de 10 estados) e diversos encontros regionais. A programação inclui papo em algum bar, Taketina, prática do silêncio, aula de dança de salão, discussões sobre dinheiro e trabalho, balada de salsa, oficina de drinks…

Acabou a aula de kung fu e agora vai começar samba de gafieira. Em breve vamos construir a Cabana física, de madeira, mesmo, pra valer, onde teremos um dojo aberto a todo tipo de prática.

Frentes de ação

Todos os artigos e práticas, todos os relatos e discussões giram em alguns eixos. Os âmbitos do nosso treinamento são:

Mente e atitude: crescimento pessoal, treinamento da mente, relações em todas as direções, direcionamento na vida, sabedoria, espiritualidade, presença, visões de mundo.

Corpo são: atividades físicas, esportes, práticas corporais, artes marciais, alimentação, saúde.

Sexo e relações: família, paternidade, amizades, namoros, sedução, fantasias, brincadeiras, putaria em geral.

Trabalho e negócios: ação no mundo, liderança, produtividade, empreendedorismo, gestão, dinheiro, carreira, negócios.

Culturas e artes: marcenaria, culinária, mixologia, turismo, cinema, música, desenho, moda, literatura, culturas para ampliar a ação no mundo, não masturbar a mente.

Os princípios ativos da Cabana PdH

Primeiro dia na vida de um cabaneiro

Primeiro dia na vida de um cabaneiro

Como um bom remédio, a Cabana possui alguns princípios ativos responsáveis pelos benefícios que o espaço é capaz de gerar nos participantes.

O poder de um grupo: Com 10 amigos ao seu lado, você ganha coragem de fazer o que nunca faria sozinho. A Cabana utiliza o mesmo processo que leva um fracote a estuprar, colocar fogo ou bater em alguém. Em um grupo movido por raiva e cegueira, aumentamos e potencializamos a raiva até criarmos ações no mundo que a manifestem, como incendiar um índio em um ponto de ônibus ou quebrar vitrines na Avenida Paulista.

Por outro lado, em um grupo virtuoso de homens que se propõe a cultivar destemor, energia estável, sabedoria, alegria, equanimidade e presença, fica mais fácil agir com tais qualidades. Não só porque sempre somos lembrados disso, não só porque nossos relatos são analisados sob essa perspectiva, mas principalmente porque vemos as qualidades sendo aplicadas em 10, 20, 30, 40 vidas, tudo ao mesmo tempo, diante de nós.

O fortalecimento do masculino: Quando nos cercamos de homens que desejam avançar, fortalecemos qualidades masculinas, seja após uma luta, uma trilha pela montanha ou um papo direto no qual confrontamos nossas hesitações e mediocridades.

“Um homem redescobre e afina seu propósito estando sozinho, em situações desafiadoras, e em companhia de outros homens que não aceitarão suas frescuras. [...] Um homem deve arranjar duas formas de se revigorar: sozinho e em reuniões com outros homens.” –David Deida

A mulher como vida: Quer admitamos ou não, grande parte da vida de um homem gira em torno das mulheres. Ainda que esteja preocupado com outras coisas, um homem sempre está se relacionando com alguma mulher (ou com a ausência feminina). É o único papo garantido com um estranho: “Olha ali que gostosa”. Além disso, o modo com que um homem lida com sua mulher reflete o modo com que ele trata a vida em geral. Se ele exagera na tentativa de agradar sua mulher, certamente vive buscando agradar os outros. Se ele deseja encontrar uma mulher não tão complicada, sem dúvidas fica desconfortável quando sua vida entra em caos.

Ora, se a relação com o feminino é tão fundamental em nossa vida, por que não usá-la para causar transformação em todos os níveis? Ao praticar liberdade e presença com mulheres, na verdade estamos praticando liberdade e presença em todas as situações, com todas as pessoas, com toda a vida.

Se esse ser aí consegue fisgá-lo, imagine o que a vida não fará com você...

Se esse serzinho aí consegue fisgá-lo, imagine o que o mundo não fará com você…

O empurrão: Ainda que estejamos vivendo bem agora, nada nos impede de, a qualquer momento, termos nossa visão obscurecida ou sermos vítimas de uma espécie de adormecimento – o maior responsável pelas reclamações femininas e pelo adoecimento das relações.

Na Cabana, tal sonolência é mais difícil de se instalar pois assim que vacilamos, alguém nos alinha, nos cutuca, nos chacoalha, nos desperta na hora! Se 99 vacilam, sempre tem um que não vacila e pronto: o grupo inteiro se alinha. Se não estamos sozinhos, assim que perdemos a estabilidade encontramos alguém que está muito bem e que nos lembra de nossa condição natural. Infelizmente, isso nem sempre acontece na vida pois em geral todos estão preocupados com seus próprios caminhos. Por que então não criar um espaço em que esse incessante despertar seja a regra e não algo eventual?

A Cabana é um fórum?

Não. O fórum online é apenas uma parte da Cabana, esse espaço de transformação que abrimos em nossa vida e sobre o qual conversamos pela Internet e cada vez mais presencialmente.

A Cabana é um curso ou um treinamento específico?

Não. A Cabana oferece diversas visões e métodos, mas não constitui um curso específico com começo, meio e fim, até porque não há professores. Os que mais se beneficiam são aqueles que encaram a Cabana como um apoio aos seus treinamentos, práticas e explorações na vida.

Como funciona o processo de entrada?

Após realizar o cadastro e o pagamento, você ganha acesso a um site com diversos artigos e práticas. Depois fazemos uma pequena entrevista em vídeo pelo Skype, para nos conhecermos rapidamente, sabermos como você está e orientá-lo para aproveitar melhor as dinâmicas da Cabana. Daí você também vai ter acesso ao fórum, com relatos, discussões, indicações, desafios, podendo interagir com todos os outros participantes.

Apesar desta ser uma forma de explicar, não é bem só isso que acontece na Cabana. Nós usamos estes recursos como uma forma de atingir pontos e entrar em contato com visões e práticas transformativas que talvez demorássemos anos para descobrir sozinhos.

Acontece tudo pela Internet?

Além do site e do fórum, fazemos eventos e encontros presenciais pra explorar as várias frentes da Cabana. Há diversos encontros regionais (a galera se junta para fazer rodas de embate, meditar, conversar, correr, sair à noite, viajar) e eventos organizados por nós. Os principais atualmente são os Encontros Nacionais e os Cabana-Do. Estamos planejando eventos sobre finanças, corpo e energia (massagens, alongamento, circo, ioga), música, treinamento da mente… Tudo com uma abordagem sem firulas e integrada às nossas explorações na Cabana.

Você não é obrigado a vir, mas recomendamos bastante, de coração. É ali que podemos sentir na pele o funcionamento da Cabana, travar contato direto com as outras pessoas, conversar, trocar ideias e nos desafiarmos de uma maneira bem mais intensa.

É uma comunidade de autoajuda masculina?

Não. Grande parte do discurso autoajuda fundamenta-se no idealismo (“Você cria o mundo pelo poder do pensamento”, vide The Secret e What The Bleep Do We Know), na reprogramação neurolinguística (“Livre-se de suas crenças negativas e será feliz”), no ideal de sucesso (“As sete leis espirituais para o sucesso”) e no self-service religioso (“Deus é tudo, logo você é Deus, então misture reiki, taoísmo, shiatsu, xamanismo, sushi e espiritismo para se iluminar mais rapidamente”).

A Cabana não se alinha com nenhuma dessas abordagens.

É terapia em grupo?

Não. A prática terapêutica (individual ou coletiva) implica em abrir cada conteúdo de nossos dramas e tratá-los um por vez. Além disso, demanda contato físico e um especialista em psicologia, psicanálise ou psiquiatria. Na Cabana, estamos mais preocupados na estrutura dos problemas e em cultivar um espaço de onde (e uma linguagem pela qual) podemos olhar nossas próprias vidas de modo elevado. Os detalhes cabem a nós. Ainda que falemos sobre eles, os outros não nos conhecem, eles apenas se preocupam em analisar se somos livres ou não, eles oferecem esse “olho” adicional que muitas vezes nos falta.

Sem pretensão científica, somos apenas amigos. E, claro, se alguém chegar precisando de cuidados específicos, recomendaremos um médico ou psicólogo (algo que não aconteceu até agora).

É uma comunidade de sedução?

Não. De fato, muitos entram na Cabana esperando aprender técnicas e estratégias de um bando de sedutores profissionais. O que acontece depois disso é melhor explicado nas palavras de um dos participantes:

“Eu já posso perceber as mudanças que ocorreram desde que entrei aqui. No início, só me passava pela cabeça em entrar aqui e virar um Don Juan. Depois vi que o foco não era só esse. O foco é se tornar uma pessoa melhor em todos os sentidos. Melhorar as relações é apenas uma consequência – muito boa por sinal.”

“Sou gay, posso entrar?”

Já há homossexuais participando da Cabana, e de forma bastante rica e proveitosa pra todos.

Queremos e trabalhamos para que a Cabana e o PapodeHomem sejam espaços para homens, não para homens heterossexuais.

O motivo de nos referenciarmos às mulheres em alguns artigos e práticas é que, ao que tudo indica, a maioria dos homens é heterossexual. Então acabamos tendo a linguagem, os métodos e as práticas construídos e adaptados de forma que funcionem para essa mente masculina heterossexual, para a qual as mulheres são em grande parte o que faz surgir ansiedade, insegurança, orgulho, carência etc – obstáculos que desejamos superar.

Mas isso é um detalhe, porque as mesmas dificuldades podem surgir na nossa relação com o trabalho, familiares e amigos, as finanças, a saúde ou qualquer outra coisa.

Esse foco em sedução, por exemplo, já representa muito pouco do que se tem abordado e feito na Cabana. Estamos com ênfase muito grande em outras áreas – mente e atitude, corpo são, trabalho e negócios, culturas e artes.

Em quase 5 anos, já ouvimos e acompanhamos diversos percursos de transformação de homens de todas as idades. Estamos realmente felizes de poder convidá-lo para esse treinamento conosco.

O processo de entrada é simples: diga quem és pelo formulário abaixo, cadastre-se na próxima página, pague via PayPal ou depósito e comece.

Se encontrar algum problema, escreva para cabana@papodehomem.com.br

Nos vemos na Cabana. A brincadeira só começou.

Abraço,

Gustavo Gitti
Fábio Rodrigues
Luciano Ribeiro
Guilherme Valadares

Clique acima em “Enviar” e clique abaixo para seguir.

O que é a Cabana?

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